segunda-feira, maio 23, 2011

Para Um Artista... (by Rê Michelotti)

Ilustração Lô Michelotti - Março 2011

Gostaria hoje de agradecer muitíssimo a um jovem artista que muito tem contribuído para meu blog, fazendo lindas ilustrações para meus textos.
Obrigada Lorenzo, você sem dúvida tem uma alma de artista que a cada dia se mostra mais forte e marcante em você.

Quero que saiba que estarei sempre ao seu lado, te ajudando, cuidando, incentivando e acima de tudo, acreditando em todo o potencial que você tem para ser o que você quiser na vida.

Todos nós nascemos com inúmeros dons, a nós compete apenas muito trabalho, dedicação, esforço e uma dose bem generosa de paciência para aguardar o momento em que nossos sonhos se realizem.

Tenha sempre coragem, força e muita persistência. Podemos ser o que quisermos, nunca esqueça disso... E jamais, em hipótese alguma escute quem quer que seja, dizendo a você que não pode. Você pode SIM, basta que você queira de verdade e não tenha preguiça de fazer o que for preciso para chegar lá... Seja onde for o seu desejo.

Sei que hoje você tem sonhos totalmente ligados a tua veia artística, onde escreve e ilustra todas as suas histórias no estilo ''mangá''... Isso pode continuar presente nos teus desejos e penso que você leva muito jeito para isso. Mas se por alguma razão mais tarde você mudar de idéia, já disse, podes continuar fazendo isso como um hobby seu, como algo que vai ser sua fonte de inspiração para outras coisas que você deseje.

Independente de qualquer coisa, só quero que tenhas certeza de que eu, teu pai e teu irmão somos desde já teus fãs eternos, pois acreditamos em ti... Mas acima de tudo, te amamos do jeito que tu és!

Amo-te muito filhote, você é  muito especial e me faz sentir igualmente assim quando estou com você!!!

E mais uma vez, obrigada pela sua gentileza ao ilustrar meus textos!

Algumas Faces da Separação (by Rê Michelotti)

Ilustração de Lô Michelotti - Maio 2011

Sempre que entro em assuntos de separação, divórcio e afins, e que tem uma criança envolvida no meio, eu sempre, SEMPRE acabo de certa forma me estressando, chateando, incomodando e tudo mais de ruim que se puder imaginar.

Sei que existem pessoas civilizadas, que embora passem por um momento de rompimento familiar assim, conseguem não ser tomadas pelo sentimento de raiva e mágoas acumuladas ao longo de uma relação. No entanto, o que mais se observa ainda é a emoção se apossando do casal e estes ainda que com filhos, muitas vezes esquecem que os mesmos fazem parte desse rompimento também, mas com muito menos maturidade e nehum "dever" de se manter racionais - isso é para os pais.

Sei que às vezes não resta outra saída que não cada um seguir seu rumo, pois não se pode às vezes mudar as coisas entre um casal... Seja por imaturidade, seja por temperamento ou um simples comportamento que incomoda um ou outro, independente de ser algo que venha do homem ou da mulher. Se não há mais o que fazer para reconstruir um relacionamento e casal saudável... Ok, que venha a separação, que venha o divórcio, mas pelo amor de Deus, se há crianças ou adolescentes neste meio, que se tenha um pingo de noção, de que estes não querem outra coisa a não ser ver pai e mãe juntos. Não os cobre que entendam que o pai é um doido aventureiro, ou então que a mãe é uma desvairada ciumenta. Isso é entre o par e os filhos com o passar do tempo podem até entender como um motivo para separação, mas ainda assim se pudessem escolher, desejariam ver pai e mãe sempre juntos. Eu sei disso, pois vivi isso na pele quando meus pais não estavam juntos. E quem se arrisca a dizer que pai não faz falta, que mãe é que faz, se engana redondamente. Assim como a mãe, o pai faz falta sim, e muita.

Durante o relacionamento estável e amigável do casal, ambos partilham alegrias e tristezas desta relação e também de seus filhos. Partilham responsabilidades, sejam estas de ordem emocional, física ou financeira... Tudo como deve ser! Mas eis que a tal separação chega como algo inevitável e de repente, tudo muda de figura. Pai e mãe só sabem jogar toda e qualquer culpa um no outro, seja sobre culpas ou irresponsabilidades na relação propriamente dita do casal, seja em relação ao comprometimento e atenção aos filhos. Os dois nessa loucura frenética para culpar o mais rápido possível o outro, não se dão conta de que isso se configura numa tremenda tortura para seus filhos, que as vezes assistem isso tudo mais de perto do que seria bom para eles.

Passada essa fase dramática do rompimento e do stress de quem vai morar onde? Quem vai morar com quem? Quem vai pagar o quê? Quem vai ficar nos feriados com as crianças e quem vai ficar nas férias? E assim por diante... Entra-se inevitávelmente em outras infindáveis discussões. É impressionante como o ato de separar duas pessoas afasta mais do que fisicamente e emocionalmente filhos de pais e mães...Mas afasta a possibilidade de saber que tem e pode contar com os dois independente do final da historia dos pais.

O casal pode se separar e culpar ao outro o quanto quiserem pelo término de uma relação... No entanto,  jamais podem sacrificar seus filhos no meio disso tudo. Por muitas e muitas vezes entrei em discussão com várias pessoas por conta disso, e por isso estou aqui hoje escrevendo para desabafar, talvez para mim mesma!

Vejo mães que na impossibilidade de ficar com seu amor, usam os filhos para enlouquecer o ex-marido – estou me referindo aqui a ex-marido, mas leia-se apenas ex-amor, ex-namorado, ex-companheiro, ex-namorido  ou o que cada um achar mais conveniente para si. Isso é uma guerra sem fim, pois aí elas dificultam ao máximo a questão da visita dos filhos ao pai e vice-versa, como se isso afetasse apenas o ''ex''. No entanto, antes de mais nada, está afetando seu próprio filho. Quando não tenta minar as visitas e momentos de pais e filhos, algumas mãe atucanam a vida do ex pedindo dinheiro, dinheiro e dinheiro... O pai deve sim continuar sendo responsável financeiramente pelos filhos, mas o fato da mãe estar com eles não a libera do pagamento de suas contas também. Sei que educar um filho deve continuar sendo tarefa dos dois e manter um filho na linha, não deve mudar porque pai e mãe se separaram... Mas não só de dinheiro vive uma criança ou adolescente, é preciso bem mais do que isso. 

Por outro lado, os pais também fazem das suas... Acham que como se separaram da "fulana", ela não receberá mais nada, nem um centavo, pois senão vai usar para ela mesma ou ainda que vai usar para para quem sabe se arrumar para outros, o que o deixa maluco. Mas aí deixa também de ajudar seus filhos. Mais ainda, julga que tudo que acontece de não muito bom na vida do filho é sempre culpa da mãe, pois é com ela que o filho mora. Pensa que porque compra uma vez ou outra um livro, um tênis ou algo assim para o filho, está isento de pagar a pensão do mesmo... Ou ainda pior, porque estão com a pensão em dia, a mãe que se vire com algum gasto extra que por ventura possa existir. 

Conheço pessoas que pagam pensões absolutamente simbólicas, já que na prática não paga nem o que filho come durante um mês inteiro. Efim, aí entra também a consciência de cada um. Para os filhos parece não ter mais nada sobrando, mas para as mil viagens de final de semana, para o carro novo e mais tantas outras coisas, parece que tem uma árvore. E isso se aplica tanto ao pai que não cumpre, quanto a mãe, pois embora seja ainda minoria, existem sim muitos pais que na separação tomam conta de seus filhos... Nessa hora, nada da mãe se esquivar com a velha desculpa de ue o pai ganha melhor do que ela. O filho é dos dois, é preciso deixar o egoísmo de lado!!!

A guerra parece não acabar nunca, e os filhos continuam no meio do tiroteio, as vezes se quer com a chance de tentar se defender também. Uma separação pode acabar definitivamente com a relação de um casal, mas jamais deveria acabar com a relação entre pais e filhos, mães e filhos. Se temos filhos foi porque assim o desejamos, ou ao menos deveria ser... Logo, nós pais somos os primeiros a ter o dever de lutar pelo bem estar dos nossos filhos como prioridade máxima na nossa própria vida.

Sei que as relações entre homens e mulheres são complexas, e as vezes não se chega a um denominador comum e cada um deve seguir seu caminho até mesmo para o bem de todos, pois uma casa em conflito constante nenhum filho merece também. Ninguem pode dizer: "Fiquem juntos de qualquer jeito, é assim que tem que ser porque vocês tem filhos". Mas eu aqui, posso ao menos tentar uma reflexão com algumas pessoas, como alguém que viveu na prática um cotidiano de "filha sem pai"... Alertar para que sejamos mais tolerantes, mais compreensivos, mas que acima de tudo, seja lá o que venha acontecer com nossos relacionamentos, não nos esqueceremos,  que quando decidimos ter nossos filhos, foi algo pensado em conjunto e como um desejo realizado, temos que manter nossos filhotes protegidos das coisas que não foram suficientemente boas para alguns como casais.
Um relacionamento amoroso pode acabar, mas jamais a relação com nossos filhos, nosso comprometimento com eles, responsabilidades e tudo mais que assumimos quando os decidimos ter. Não interessa o quão dura ou quão fácil a vida ficou para um ou para outro após a separação, todos continuamos tendo o dever de dar prioridade aos filhos, que são sem dúvida o melhor amor que vida pode nos dar... A gente os escolhe, os recebemos e apenas devemos amá-los mais que tudo, só isso!

quarta-feira, maio 18, 2011

Coisas de MSN... (by Rê Michelotti)

Ilustrtação de Lô Michelotti - Maio 2011

Existe coisa mais irritante do que você estar conversando com alguém seja no msn, skype, google talk ou qualquer outro meio vitual e a pessoa ficar te cobrando a cada minuto coisas do tipo: Porque você esta demorando para me responder?! Você esta falando com mais alguém além de mim?! O que você esta fazendo agora?! Pior do que isso, pensa naquela pessoa que não satisfeita com as mil perguntas, ainda fica mandando mil e um emotion para chamar sua atenção - inclusive aquela que faz a tela tremer na sua frente... Eu tremo junto: de raiva!

Outra coisa que acaba me estressando um pouco é a mania de algumas pessoas, de achar que o fato de termos uma webcam, estamos obrigatoriamente condenados a abrí-la a qualquer momento ou para qualquer pessoa. Há de se ter um pouco de noção quanto a isso... Há quem goste de uma conversa com web e há quem não goste. Eu particularmente não gosto e basicamente a uso com algumas poucas pessoas da família por morarem longe. Tenho total direito de abrir apenas para quem eu quero, sem ter que ficar me explicando porque sim ou porque não.

Os meios virtuais são excelentes meios de comunicação, mas assim como na conversação ao vivo, na virtual devemos preservar algumas boas maneiras. Precisamos respeitar aquele que esta conversando com a gente. Comentar nossas coisas e interesses, mas lembrar de escutar (ler) o outro lado também. Porque não basta que se pergunte coisas como: E você, como está?! O que tem feito?! E antes que a outro lado termine de responder já engrene numa nova pergunta ou novo comentário sobre algo totalmente nada a ver com o que estava sendo discorrido pela pessoas que gentilmente respondia a sua pergunta. Daí não dá! Para se dizer "diálogo", é preciso que duas pessoas estejam interagindo de forma no mínimo equilibrada. Fala-se, mas também se dá a oportunidade do outro se expressar e claro, de ser ouvido. Caso contrário, estaríamos apenas falando de um "monólogo virtual".

Ao vivo percebo que as pessoas se esforçam mais em serem educadas. Nos meios virtuais, escondidas atrás de um monitor, todos são o que realmente são e não se esforçam muito para ser amigáveis ou gentis de modo geral. Elas não estão cara a cara... Como se isso lhes desse o direito a ser muitas vezes mal educada.

Sou usuária desses meios de comunicação e os aprecio muito quando utilizo com quem também sabe usar bem essa ferramenta tão legal que facilita a comunicação mesmo para quem está literalmente do outro lado do mundo. Porém, tenho estado menos interativa ultimamente... porque ando necessariamente um tanto sem paciência com algumas coisas, entre eles, esse tipo de comportamento tão egoísta de comunicação, onde só se deseja falar e falar... Ser ouvido sempre e sem demora. No entanto, quando o contrário lhe exigido...Ah, daí vem aquele papinho: Desculpe, volto depois! Ou só um minuto! E quando volta, já engrena um outro assunto de seu interesse.

Se eu entro no msn de forma ''online'' é porque estou online e disponível para conversar. Caso contrário, vou mudar meu estatus e falar com quem me chamar apenas na hora que for possível.

Enfim, se conversar ao vivo, onde acredito a maioria ao menos tenta ser um tanto mais civilizado já é difícil, imagina virtualmente... As vezes se torna algo bem massante e inviável mesmo. Mas o tempo é o melhor dos remédios para quase tudo, e com isso não é diferente... Vamos aprendendo a dar mais atenção aqueles que sabem conversar equilibradamente e menos aos que se mantém no modo ''egoista'' de ser na maior parte das vezes! Para tudo há de se ter paciência, para conversar no msn também. E eu, ando sem!

segunda-feira, maio 16, 2011

Ah, A Paixão... (by Rê Michelotti)

Imagem: Google Image

Eu sou mesmo assim, movida pela paixão. O combustível que me impulsiona é esse sentimento que transcende explicações didaticamente planejadas, pois o que me move é essa sensação quase indescritível do que é estar apaixonado. A paixão por uma idéia, por um desejo, por um sonho, ou apenas por algumas palavras e pensamentos. Estar apaixonada é tirar um pouco os pés do chão, é esquecer que nem sempre as coisas saem como gostaríamos, mas e aí?! Se estamos apaixonados, demos um tempo para a razão e nos entregamos as emoções. Nada de entender, apenas sentir. Isso é único, tão raro e talvez por isso mesmo eu persiga mais e mais esse estágio do corpo e da alma tão sublime.

Estar apaixonado é sonhar com os olhos abertos, vivos e cheios de brilho. Estar apaixonada é acreditar que se pode ser e fazer o que se quer, independente do julgamento dos outros sobre seus desejos ou capacidade para realizá-los.
Esse estágio de paixão faz bem para alma, coração e corpo... Nos faz bem e nos eleva a um estado de equilíbrio contraditório até... Porque nessa hora parecemos meio desconexos, mais perdidos, no mundo da lua... Mas as vezes é justamente nesses momentos em que realmente nos encontramos de fato.

Sinto que é preciso libertar a alma, é preciso ser quem se é, e não quem gostaríamos de ser. Quem gostaríamos de ser é ilusão, quem somos é realidade e apenas a realidade é capaz de fazer com que concretizemos todo o resto que se deseja! Sejamos nós, grandes ou pequenos,  intensos ou tranquilos, mas sempre respeitando a nossa natureza única. A gente pode tanto sendo nós mesmos, porque inventar outra pessoa e sofrer tentando fazer algo que muitas vezes não é para gente, mas apenas para agradar o outro?! 

Vamos nos libertar do que é certinho, politicamente correto ou socialmente aceito. Por que não apenas sermos livres, intensos e eternamente apaixonados, seja lá pelo que for?! Apaixonados perdemos os limites e descobrimos que podemos muito mais do que haviamos pensando... A paixão impede a força da limitação que nos toma as vezes e assim nos permite criar lindas asas para sermos livres e felizes... Dont' Worry, Be Happy!!!

sábado, maio 07, 2011

A Vida é Bem Mais Que Um Jogo (by Rê Michelotti)


Algumas pessoas continuam acreditando que a melhor defesa é o ataque. Uma pena, afinal aquele que só sabe atacar para se defender, é porque não tem mais argumentos, não tem mais sequer uma tentativa de se justificar, consequentemente, não tem como sustentar seu ponto de vista ou posicionamento, simplesmente porque não o tem concretamente! A partir daí, tenta inverter o jogo e passa a atacar. Aliás, bem lembrando; tem gente que não sabe viver, sabe apenas jogar. Tudo é jogo, tudo é ganhar ou perder!
A vida é bem mais que um jogo, e quem ainda não se deu conta disso está em apuros, pois vai acabar sozinho. Ninguém gosta de conviver com um ''jogador social'' e seus vícios, manias e artifícios para estar sempre na frente. Mas na frente de quem ou do que?! Compete necessariamente com quem?! Não sei, mas os jogadores são assim, tem necessidade de estar sempre a frente, de vencer sempre, mesmo quando a questão não concentra-se em absoluto na questão vencer ou não.
A gana por vencer sempre extrapola os limites aceitáveis. Há aqueles, como muito já ouvi inclusive, que preferem usar frases ''engraçadinhas'' como: "prefiro perder uma amiga a perder numa discussão" ou então: "prefiro perder uma namorada a perder uma piadinha", ainda que de mal gosto. Realmente não consigo ver as coisas desse jeito. O mais importante de tudo é se ter respeito pela opinião ou argumento do outro. Se não for possível respeitar a opinião, que ao menos o respeite como pessoa!
Quando se entra numa discussão, mais importante do que locutor e interlocutor convencer um ao outro de suas idéias ou fazê-los concordar com tudo, é ter o prazer de trocar idéias com alguém que pensa diferente da gente, que pode nos ensinar algo ou apenas nos mostrar um outro lado sobre algo que ainda não tínhamos pensado. 

O mais interessante de uma boa conversa não está focado em apenas conversar com quem pensa igual, é interessante nos permitir algo novo todo os dias. Quando nos abrimos para idéias novas,  desenvolvemos também uma certa tolerância que sempre é bem vinda. Quando discutimos determinado assunto com alguém, a melhor conclusão não é quem ganhou ou quem venceu no final. O legal é estarmos abertos para idéias que complementem as nossas, ou mesmo que nos contrarie, pois assim temos ainda mais certeza sobre nossas verdadeiras posições.

Quando se transforma tudo num ganhar ou perder, acaba-se por se afastar as pessoas de qualquer nova discussão positiva. Ninguém quer discutir ou mesmo apenas conversar com alguém que se acha sempre com a razão... E pior, se acha com a razão mesmo quando tudo aponta para o contrário.

Definitivamente, essas pessoas se tornam cansativas, pesadas e porque não dizer, massantes! Simplesmente esses tipos de pessoas torram a paciência da gente! Tudo tem um limite, minha paciência também. Não darei mais espaço para ataques infantis, comportamentos vitimados para inverter estórias e muito menos defesas baseadas em ataques incoerentes e sem fundamento, apenas para provar que tem razão... Ainda que continue sem ter.

Moral da estória, todo mundo já está cansado de saber que não existe ser humano perfeito, então por que continuar brigando para provar ser o melhor sempre ou ter razão sempre?! Pior que isso, é continuar a brigar mesmo quando já se comprovou nosso erro. Isso é iludir-se! Todo mundo sabe do seu erro e você continua fingindo que não fez nada, não viu nada e nem sabe de nada.

É certo que precisamos lutar para acertar mais do que errar, no entanto, não estaremos nos diminuindo também se assumirmos que as vezes nós realmente erramos... É uma oportunidade e tanto de pelo menos não voltar a cometer os mesmos erros outra vez!

sexta-feira, maio 06, 2011

Emoções Tóxicas – Parte I (by Rê Michelotti)

Imagem: arquivo pessoal Rê Michelotti - Agosto/2010


Iniciei a leitura de um livro muito interessante... E por tê-lo assim considerado, resolvi partilhar através do blog minhas próprias reflexões acerca do mesmo. O livro a que me refiro é o que também da em parte nome ao título deste post: “Emoções Tóxicas: Como se livrar dos sentimentos que fazem mal a você”,  do Psicólogo e escritor Bernardo Stamateas, que também é o autor do livro “ Gente Tóxica”, que virou Best-seller internacional.
O assunto em principio é aquele sempre reincidente nos livros de psicologia ou auto-ajuda, como queiram... Autoconhecimento e as emoções que precisamos controlar para levar uma vida mais plena e saudável com os outros, mas em especial com a gente mesmo. No entanto, este livro consegue ser bem didático, fazendo com que possamos entender e identificar facilmente a que tipo de emoções estamos sendo expostos e de forma podemos neutralizá-las ou ao menos minimizá-las em seus  efeitos tóxicos sobre nosso cotidiano.
Como não poderia deixar de ser, um dos primeiros itens tratados no livro fala sobre a famosa e tão corrosiva emoção chamada “ansiedade”, que segundo Bernardo, nós a sentimos quando estamos nos sentindo próximos a uma ameaça ou então quando estamos vendo o futuro de forma muito negativa e por conta disso, nos pomos a tentar nos preparar para as milhões de coisas que nossa mente teme. É exatamente na mente que tudo começa... os medos, os negativismos e todas as outras tantas emoções tóxicas que existem. A ansiedade é algo até certo ponto natural, mas não podemos nos deixar dominar por ela, pois ela em excesso nos danifica. Faz com que o medo de algo nos paralise.
Considerando então que esse sentimento de ansiedade começa em nossa mente, temos que dar um jeito de estarmos conscientes disso, e assim que um pensamento não tão bom surgir, um medo, ou seja lá o que for chegar... que a gente possa conduzir nossos pensamentos por outros caminhos; Caminhos menos dramáticos ou amedrontadores. Podemos fazer isso, afinal de contas nossos pensamentos são as únicas coisas que podemos dizer serem ainda exclusivamente nossas e de mais ninguém. Não é a toa que às vezes desejamos poderes mágicos para entrar nos pensamentos de alguém... Afinal de contas, para isso ainda não inventaram um jeito, ou melhor, inventar até inventaram, mas por sorte não uma técnica de domínio de todos.
Podemos tentar então conter as coisas ruins ou, ainda melhor, mantê-las longe de nós. Sei que não é algo fácil, mas se realmente desejarmos, tenho certeza que poderemos curtir apenas bons pensamentos, positivos e que nos tragam boas vibrações. Isso não será sentido apenas por nós, mas por todos aqueles que de um jeito ou outro convivem a nossa volta. É importante lembrar que recebemos do outro o que oferecemos... As nossas boas vibrações oferecidas se reverterão em boas vibrações recebidas!
Bernardo alerta ainda para alguns sintomas típicos que caracterizam a ansiedade como: medo, insegurança, preocupação, problemas de concentração, insônia, tiques nervosos ou ainda aquela triste sensação de perda de controle da própria vida ou do meio em que vive... Esses são alguns sintomas leves, pois existem alarmes mais graves que revelam a ansiedade como a opressão no peito, pressão alta, falta de ar, suor excessivo, impotência, entre outros.
O tema da ansiedade é ilustrado com o interessante pensamento de Charles Spurgeon que fala: “ A ansiedade não esgota as angústias do amanhã; só esgota as forças de hoje.” Uma grande verdade, não adianta sofrermos com o que está por vir... Se não temos as soluções para o futuro que se aproxima, não vamos nós estragar ainda o dia de hoje com tanta ansiedade pelo que ainda nem aconteceu. Penso que a moral desse tema é, viver com prudência... Não como se fosse o último dia, mas como tem que ser... Um dia de cada vez, aproveitando tudo que ele puder nos proporcionar hoje, de preferência agora... Afinal de contas... o futuro pode ou não acontecer...o agora já é!
Resolvi que não quero mais ser dominada por ansiedade alguma, então... A partir de agora vou estar atenta em não perder o foco das coisas que realmente me interessam... Dos meus objetivos, afastando tão rápido quqnto eu conseguir os maus pensamentos da natureza que forem. Quero que o mal, o desconforto, o medo e a temida ansiedade fiquem longe de mim. Tenho certeza que se nos concentrarmos em melhorar nossos dias com bons pensamentos, consegue-se. Vamos parar de ler coisas ruins, ouvir fofocas sem fundamento ou ver o que quer que seja sem que realmente nos acrescente algo positivo. Vamos usar mais nosso tempo para cuidar de nós e dos que amamos... Seja fazendo uma caminhada juntos, escrevendo um bilhetinho, mandando um email com algo legal e divertido... Vamos encher nosso tempo com coisas que realmente não apenas nos ocupem, mas nos ensinem algo novo. Vamos buscar aprender mais e mais... Conhecimento nunca é demais!
Procuremos conviver com pessoas boas, inteligentes e de excelente humor. Isso tudo é motivador e nos incentiva a fazer mais, a sermoss mais intenso em tudo que fizermos. Nos afastemos dos vampiros emocionais, aqueles que só nos tiram energia e não nos oferecem nada em troca. Ajude o outro, porque ajudar também faz bem a quem o faz sem interesse próprio, mas fuja daqueles que só sabem pedir ajuda, mas quando você precisa lhe diz: Desculpe, agora eu não posso! Tudo nessa vida tem que ser um partilhar, uma troca... Se alguém só está querendo sugar a gente, essa é uma pessoa tóxica que devemos deixar bem longe. Afinal, com um mundo tão cheio de gente legal, para que precisamos ter que aturar pessoas desse tipo?! Simples, não precisamos!



P.S: Em breve postarei mais algumas considerações sobre a leitura em andamento!

A Cereja do Bolo II (by Rê Michelotti)



Imgem: Google Image

Uma das piores sensações que já experimentei é aquela onde você numa longa discussão, enche seu melhor amigo ou amiga de idéias, sugestões, tenta dar caminhos alternativos para resolver um problema, sair de uma fria... E ele?! Ele te escuta, concorda... e não faz NADA, como se estivesse esperando que você não só desse as idéias, mas também resolvesse na prática tudo para ele. Ele, Nada!!!

Passam-se uns dias, meses até, e ele vem até você contando como uma grande novidade, que tinha conversado com não sei quem, e tal pessoa tinha dado mil idéias inovadoras e agora, ele tinha a saída!!! Detalhe, ele não lhe conta nenhuma novidade... Apenas repete tudo que você havia dito a ele anteriormente. É como se você fizesse um bolo gigante, cheio de coisas boas... mas fosse o responsável apenas por ter colocado a cereja que esta enfeitando o bolo. Parece que enquanto você falava, a pessoa estava com tanta pena de si mesmo, tão vitimada por ela mesma, tão egoísta... Que mesmo que o pedido de conselho tenha partido dela, ela é incapaz de ouvir de verdade o que você tem a dizer e tomar alguma atitude! É dose ter que aguentar!!!

terça-feira, maio 03, 2011

Lista... (by Rê Michelotti)

Imagem: Google Image
O bom do dia é quando ele começa cedo, com muitas coisas para fazer e que assim permanece até o final do dia... Nos mantendo bem ocupados e de preferência satisfeitos por estarmos conseguindo realizar tudo o que nos propusemos no ínicio da manhã, ou ainda na noite anterior antes de ir para cama.

Tenho percebido que fazer uma lista das coisas que se deseja fazer é bem importante para nos organizarmos, e principalmente nos concentramos no que realmente deve ser feito. Sempre temos mil e uma coisas pra fazer em um dia normal, então se desejamos dar prioridade específica para esta ou aquela atividade... a lista funciona e muito bem! Com a lista a mão, é so seguir a ordem nela estabelecida, de preferência em ordem de prioridade e roteiro a seguir. Não tem erro; o negócio é não desviarmos a atenção dela até que concluamos a última tarefa.

Tinha várias coisas a resolver hoje... coisas que eu fui deixando para depois, depois... Mas que precisavam ser feitas. Agora esta tudo resolvido e me sinto um tanto mais em dia comigo mesma! Coisas pendentes, inacabadas nos fazem culpados e isso não faz bem!

Esse blog não é necessariamente para ser um diário, mas enfim, hoje esta parecendo... Mas por quê também não poderia ser?! Hoje está valendo como uma forma de retomar as escritas do blog...