quinta-feira, setembro 08, 2011

Julgamentos: não deixe que eles definam quem você é (by Rê Michelotti)


 
 Imgem:Google

Independente de ter um blog e aqui escrever com mais ou menos freqüência, sou viciada em ler outros tantos blogs. Como seguidora de alguns, costumo comentar e interagir mais freqüentemente. Há também aqueles encontrados ao acaso, citado dentro de outro blog, site ou afins da internet e que por alguma razão nos chama a atenção e nos convida a visitá-los. Alguns não passam de visita única por não nos identificarmos com o tema, o jeito como é escrito, com o dono do blog e tantas outras coisas. No entanto, em outros passamos de meros visitantes a seguidores entusiasmados, ainda que não sejamos necessariamente do tipo que comenta sempre, estamos sempre acompanhando e lendo outros blogs.

No Spa de Idéias não é diferente, pois algumas pessoas o leem, mas não necessariamente se sente a vontade para expor aqui seus comentários e por vezes o fazem por outros meios. Se essa questão de comentar, opinar, partilhar é algo que constrange a pessoa por uma questão de timidez, ok... Entendo perfeitamente, e fico realmente satisfeita que ela o faça de outra forma. Não que me importe de fato se estão concordando comigo ou não. Isso de discordarem aqui ou ali - ou até mesmo em tudo - o que escrevo. Não é algo que me incomode ou perturbe. Mas por meio dos comentários e opiniões ampliamos a discussão sobre algumas coisas e elevamos nossos horizontes a outros níveis, já que por vezes, mesmo sem querer, nos limitamos a uma única forma de ver, a nossa.

Todos têm o direito à livre expressão de seus pensamentos e assim como eu não concordo com tudo que leio, mas respeito diferentes opiniões, é o mínimo que espero para com meus pontos de vista aqui relatados. No entanto, percebo que muitos que visitam, não só o meu blog, mas tantos outros, preferem se abster de qualquer comentário, permanecem apenas meros espectadores da visão alheia. Ou ainda, quando decidem fazer algum comentário, o fazem de forma anônima. Entendo e sei que atualmente somos literalmente rastreados via Google ou outros tantos buscadores e facilmente somos encontrados em tantos lugares diferentes no meio virtual. Mais que isso, somos de certa forma desvendados.

Acredito sim que é preciso bom senso e não sair por aí fazendo comentários de qualquer jeito, nem emitir impensada ou inadequadamente nossa opinião. Mas, independente de não termos idéias ou opiniões formadas sobre tudo, precisamos sim ter maturidade, confiança e consistência absoluta no que acreditamos ou não. Não acredito que devemos temer por expor o que acreditamos e muito menos quem somos. Isso seja se falando em blog ou em uma discussão numa mesa entre amigos. Nossas opiniões, escolhas fazem quem somos sim, e se alguém não gostar da gente assim, paciência! Ninguém vai agradar a todo mundo mesmo. Prefiro acreditar que quem me cerca e continua por perto sabe exatamente que tipo de pessoa eu sou, independente de pensar igual a mim ou não.

Todo mundo merece nossa mais pura verdade? Não, nem todos! Algumas pessoas estão somente preocupadas com as aparências e julgamentos moralistas, ainda que isso seja apenas mais uma face da hipocrisia... Estas não merecem ter conhecimento de determinados aspectos da nossa vida, simplesmente por isso ser algo que não conseguiriam acompanhar com a maturidade ou com a mente aberta que precisariam. Mas enfim, nem por isso vou me esconder ou fingir ser o que não sou para satisfazer o gosto de tantos hipócritas julgadores ou apenas para agradar a mais meia dúzia.

Em geral esses que julgam nossas idéias, atitudes e comportamentos, são justamente aqueles que no fundo só não fazem o mesmo porque lhes falta algo que é para poucos: coragem! Coragem de ser quem se é e não ficar na dependência de preencher os pré-requisitos da moralidade e da aceitação de todos. Vejo que por esse medo de se expor, de ser julgado, algumas pessoas estão ficando cada vez mais rasas, mais superficiais, pois não conseguem expressar sua verdadeira essência, quem realmente são. Na maior parte do tempo algumas pessoas preocupam-se em representar o que elas acreditam que deveriam ser, ou pior, representam o que acreditam que os outros querem ver.

E o caminho segue cada vez mais árido, sem verdade alguma e tanta gente tentando ser o que não é apenas para não se expor, para não ser julgado, para agradar a todos. Além disso, sofrem um tipo de repressão interna por não poder externar o que realmente sentem ou pensam... Tornam-se prisioneiras do seu medo, do seu moralismo e dos outros também. Estas pessoas não partilham sua vida por medo e tampouco conseguem ouvir a verdade do outro sem julgar... As pessoas passam a ser uma ilha e se sentir cada vez mais solitárias, sem ninguém para dividir nada, pois temem dizer quem realmente são. Isso por vez ou outra faz com que muitos passem a conversar e se abrir com muito mais freqüência com estranhos, pois de alguma se sentem mais seguros novamente em uma outra forma de anonimato, de falar com o desconhecido, mas garantir que não será julgado, julgado e julgado.

Lamentável...
Quando vamos poder SER de verdade? Quando não precisaremos temer ao julgamento alheio? Quem vai ouvir sem nos classificar instantaneamente como certos ou errados?Onde estão aqueles que chamamos AMIGOS?!

Isso tudo me fez lembrar de uma frase que li e que diz mais ou menos assim: "Se soubessem quem eu realmente sou, ninguém me dava bom dia".

Sempre que penso nisso acabo rindo sozinha e me perguntando: Será?! (risos)

terça-feira, setembro 06, 2011

VAMOS COMEMORAR...




Comemore este dia FAZENDO!!!



segunda-feira, setembro 05, 2011

É Preciso Sentir (by Rê Michelotti)

Imagem: Arquivo pessoal Rê Michelotti /2011


"Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeitar nossas fraquezas. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto pouco salgado, produto de nossa DOR mais profunda.” (Clarice Lispector)

Nascemos e crescemos com a idéia de que temos o dever de sermos extremamente felizes. E ainda que todos saibam o quão utópico é este desejo, passamos nossos dias gastando toda nossa energia nessa incessante busca irracional da felicidade plena. Já escrevi aqui no blog uma vez e repito, não acredito na felicidade desta forma. Não há felicidade plena e precisamos parar de nos preocupar tanto em fazer a vida assim tão e somente feita de felicidade, como se todo resto não valesse nada.

É bom ser feliz? Certamente. Mas é preciso aprender a entender e perceber a felicidade, pois está é tão abstrata, tão subjetiva que por vezes podemos cometer o descuido de não vê-la ou não senti-la bem ao nosso lado.

A felicidade utópica que todos alardeiam por aí é extravagante, barulhenta e plena... Eu não acredito nessa felicidade. Eu acredito em muitas outras formas de felicidade e tenho a certeza que ela consiste em pequenos gestos e atitudes bem mais discretas e sutis.

Eu acredito na felicidade criada pela satisfação de uma boa noite de sono. Eu acredito na felicidade que nasce da alegria de um lindo sorriso de quem amamos. Eu acredito na alegria de rever o sol depois de intermináveis dias de tom cinza e chuva. Eu acredito na felicidade que vem do dever cumprido, da tarefa realizada e da satisfação de nos sentirmos em dia com nossas prioridades mais simples do cotidiano.

Eu acredito na felicidade instantânea que um bom banho quente pode nos proporcionar. Eu acredito numa das poucas sensações de felicidade que pode se dizer por vezes plena, que correspondem ao exato intervalo dos segundos que dura um intenso orgasmo. No mais a felicidade é uma colcha de retalhos que vamos montando dia-a-dia e como toda colcha de retalhos, dá trabalho e leva tempo. É preciso escolher os melhores momentos, recortar as imperfeições, costurar muito bem e não deixar nenhum ponto sem nó.

No entanto, me resta a certeza de que felicidade não é uma obrigação como estão tentando fazer a gente acreditar. O que sinto é que não podemos ter um momento de fraqueza, de medo, insegurança ou mesmo de tristeza propriamente dita. Exige-nos força e coragem o tempo todo. Mas até mesmo o mais forte tem seus momentos difíceis e precisa um pouco do escuro para repousar a alma, descansar o corpo e retomar as forças.

Às vezes não há outra forma de vencer uma tristeza que não a vivendo em sua totalidade. Assim como precisamos viver o luto da perda daqueles que amamos, precisamos também viver o estado de luto para sentimentos que nos desequilibram, intoxicam e fazem mal. Mas isso atualmente tem sido difícil. A tristeza parece não ser algo normal. Se não for alegria e festa 24h do dia, é errado e não pode. Mas é normal, e mais do que poder viver isso, precisamos!

Viver um momento de dor, de tristeza faz parte da vida e cabe a cada um decidir quando é o momento de se recolher para se refazer. Cada um tem o direito de decidir se quer ou não partilhar sua dor... Ou apenas ficar em silêncio até que isso passe. Precisamos respeitar não somente a alegria ou felicidade do outro, mas o que quer que ele esteja sentindo... Inclusive a dor da tristeza de um momento pouco colorido.

Às vezes é preciso ficar no escuro, cobrir o rosto e chorar sozinho. As lágrimas podem não ser a solução, mas vão te acalmar e trazer de volta a um estado de serenidade para resolver o que aquieta a tua alma. É fácil ficar feliz com a alegria de outros, mas quanto à tristeza, apenas quem a sente é capaz de dizer com que intensidade lhe parte o coração.

É preciso perder o medo de assumir nossos instantes de tristeza, mas isso não significa que temos de ser vistos como os dramáticos melancólicos ou depressivos. Isso significa que somos humanos, temos sentimentos e embora sejamos fortes a maior parte do tempo, algumas coisas abalam nossas estruturas sim. Mas isso não faz de nenhum de nós depressivos dramáticos, pois estar triste agora, não significa ser uma pessoa triste.

Acredito que este seja o medo da maioria das pessoas ao não assumirem que estão num momento triste: de serem vistas como infelizes. Mas estar triste não é ser infeliz 100% de sua vida. Estar triste é coisa momentânea, que só pode ser experimentada por aqueles além de viver apenas, sentem... Só nunca fica triste aquele que não aceita esse seu momento por se sentir fraco assim...

Prefe-se muitas vezes continuar usando a máscara da felicidade e continuar com a farsa da felicidade inabalável, fazendo de conta que nunca está ou será suscetível. Não estou aqui brindando a tristeza, pelo contrário, quero minha colcha de retalhos de momentos bons bem maiores do que aqueles não tão bons. Mas quero que, por favor, me permitam sim viver um instante de tristeza sem ter que me explicar que não SOU infeliz, apenas ESTOU triste hoje.

Sou humana, e para mim qualquer coisa só funciona, só se vive de fato quando a gente sente. Tristeza ou alegrias, eles precisam nos preencher, nos fazer sentir que não estamos vazios... Pois só ao vazio não podemos dar lugar. O vazio, este sim devemos temer... Quanto ao resto, apenas nos permitir sentir... E, sentir!


Falta... (by Rê Michelotti)

Imgem: aquivo pessoal Rê Michelotti/2011

Queria ter o poder de deixar para trás o passado, enterrar as coisas ruins, esquecer os momentos difíceis e perdoar as pessoas que me magoaram, seja pelos excessos ou por suas omissões. Queria ter o poder de fazer tudo de novo, para de alguma forma tentar fazer melhor do que foi possível até aqui.

Queria ter tido uma família que fosse meu esteio, meu exemplo. Uma família que tivesse tido a competência de me dar à orientação do melhor rumo a seguir. Mas quando olho para trás, vejo uma família em pedaços, com pessoas tão desorientadas e perdidas como jamais alguém desejaria ver.

Se eu os culpo?! Não, apenas sinto falta de algo que nunca tive: base, sustentação, alicerce, ou seja lá o nome que se pode dar a isso. Quando penso na família – pai e mãe – vejo um homem e uma mulher lutando para encontrar o melhor caminho para suas vidas, mas antes disso, errando muito, sem rumo e desnorteados pelas suas escolhas iniciais.

As pessoas vivem em busca da felicidade, tranqüilidade e acima de tudo do equilíbrio. Infelizmente poucos encontram e com eles não foi diferente, pois ambos morreram sem realizar o que mais desejavam: se amar em paz. Um amor sem culpa, sem dor, sem mágoa, sem ressentimentos.

Acredito que todos os problemas pelos quais eles passaram e talvez por muitos que eu e tantas outras pessoas passemos hoje tem uma mesma origem: a falta. A falta de orientação, de apoio, de amparo. Essas faltas criam pessoas de certa forma frágeis, mas que teimam em criar uma casca para se proteger. Assim, quem as vê de fora não consegue perceber nada além da força, mas que é apenas uma máscara de proteção para não se mostrar ainda mais frágil do que se é.

Mas de alguma forma a vida vai ensinando a sermos um tanto mais fortes mesmo. Vai nos dando o rumo, ainda que aleatoriamente. E na luta diária se acredita estar indo bem, o que nem sempre vai além do nosso desejo, o que nem sempre é verdade.

Sucessões de falhas e faltas passadas de pai para filho ao longo de muitos anos e de algumas gerações. Volto à questão da culpa... Alguém tem culpa?! Penso que não! Na maioria das vezes não se pode e nem deve culpar alguém por algo assim. Se isso é uma sucessão de falhas e faltas que vem de longa data, não dá para dizer quem errou. E também que a questão fundamental não é quem errou, afinal não temos mais como mexer no passado. Ele aconteceu e isso é fato. Não podemos mudar o passado. Dizem que podemos sim é mudar o futuro, a partir do presente... Espero que seja verdade, pois não gostaria de repetir os mesmos erros. Eu acredito que possamos mudar o futuro... Eu só ainda não sei como.

Na vida encontramos facilmente quem nos aponte nossas falhas, nossos defeitos e tudo mais... Porém, voltamos à velha estória: criticar o que está feito é sempre mais fácil. Difícil é dizer como fazer diferente. Ninguém gosta de ser criticado, e isso é normal, afinal quando somos criticados, significa que estão apontando nossos defeitos e falhas. Comigo não é diferente, em especial se a crítica vem só com a descrição do que está errado. Como sabemos, dizer o que está errado é fácil, difícil mesmo é ter alguém comprometido o suficiente com a gente para além da crítica, apontar algumas possíveis saídas e as melhores formas de resolvermos as coisas.

As mudanças, os consertos, estes dependem de nós, não tem jeito Ninguém vai mudar nossa vida e transformá-la da noite para o dia para gente. Seria ótimo, mas não é assim... Mudar o que não desejamos isso sempre corre por nossa conta, mas claro, uma ajuda, um conselho, isso sempre cai bem.

Hoje a falta se faz presente. Sinto falta da minha mãe... Talvez não necessariamente da mãe que tive, mas da mãe que gostaria de ter tido. Uma mãe que me ouvisse, que pudesse escutar meus sonhos, meus desejos. Uma mãe com a qual eu pudesse partilhar meus segredos. Uma mãe que pudesse dar o melhor conselho. Hoje eu preciso de um conselho, de um bom conselho, pois não sei se estou no caminho certo ou não... Mas eu não preciso de qualquer conselho. Eu preciso de um conselho forte, que eu acredite nele de verdade; que eu me sinta segura para decidir o que devo fazer e faça.

Mãe, poderia ser você mesma... Do seu jeito, porque eu sei que suas faltas ou omissões não foram propositais, mas o que você conseguiu aprender com a vida. Sei que mesmo quando errou, foi tentando acertar e não vou te culpar... Queria ter podido contigo contar, não apenas para me ajudar... Mas especialmente para te ajudar. Eu quis tanto te fazer melhor... Não só pra mim, mas acima de tudo pra ti mesmo. Sinto sua falta, muita falta! Fica com Deus, é só isso que posso dizer agora!






















quinta-feira, setembro 01, 2011

4 anos de Spa de Idéias! (by Rê Michelotti)


Imagem: Google image

Eu não sou muito boa com datas e horários... E aqui com o blog não é diferente! Em agosto agora o blog fez 4 anos... Parece que foi ontem que iniciei este espaço para partilhar idéias, limpar a mente e de alguma forma me entender melhor atráves disso tudo... Aqui  também conheci pessoas legais que partilham desse gosto de ler, escrever... Um mundo a parte, quem nem todo mundo curte... Mas quem começa nesse mundo ''Blogal" não sai mais. 

Nesses quatro anos de blog eu aprendi muitas coisas por aqui, e em especial passei a escrever um pouco melhor. É um treino constante, mas que vai melhorando pouco a pouco. Lembro como se fosse hoje o primeiro post... Que sacrifício, não dava nunca uma página! (risos) Hoje as vezes preciso me impor um limite, ou isso aqui acaba virando um jornal. 

Tenho fases de escrever mais, outras menos... Mas gosto de saber que tenho esse cantinho só para mim! Um lugar onde ponho as idéias em ordem conforme vou escrevendo. Eu sou o tipo de pessoa que não consgue guardar ou aprisionar os sentimentos, eu preciso expor como forma de compreender melhor cada momento. 

O blog é minha terapia particular. Se estou feliz, divido minha felicidade, se estou triste ou decepcionada partilho meus dramas e em alguns momentos de outras pessoas que me cercam também... Falo de mim, mas mais do que ser estritamente pessoal os textos, são também das pessoas e do mundo do qual faço parte. E a cada final de postagem eu tenho garantida a sensação de tranquilidade novamente. As vezes quando bate a vontade de gritar e espernear, ser mal criada com alguém... Venho aqui, escrevo e passa... Afinal, tem pessoas que não vale nem a pena a gente perder tempo, energia e muito menos nossa paciência!

Aqui já fui bem interpretada, mal interpretada... Mas isso faz parte quando nos expomos, é preciso aprender a lidar com isso. Mas, mais importante do que ser mal interpretada ou não, é ter a certeza que aqueles que passam por aqui sempre tiram algo de proveito... E isso é uma das gratificações que tenho aqui... Saber que de algum modo eu não vivo sozinha neste mundo e  minhas experiências podem também ser em algum momento de uma outra pessoa qualquer. Pessoas que talvez encontrem em minhas divagações respostas aos seus próprios questionamentos. Faz bem para mim e se de alguma forma fizer a outra pessoa, melhor ainda. Satisfação dobrada e faz valer ainda mais a pena.

Pra mim que tenho a comunicação como o ar que respiro, o blog me dá oxigênio, me acalma, me traz novo ânimo em especial quando alguma deprê aperta e me sinto só, ou mesmo quando não se pode dividir com alguém específico alguma coisa. As vezes não é questão de segredo, mas nada, nem ninguém melhor do a gente mesmo para nos entender com a profundidade que precisamos. Aqui no blog eu me entendo, aqui eu me encontro. Aqui sou eu, simplesmente Rejane, no meu jeito mais original que poderia ser!  

Quatro anos de Spa de Idéias e muitos outros que estão por vir!