sexta-feira, setembro 28, 2012

Mais consciência, menos antidepressivos!


Imagem: Google

Hoje, logo cedo, fui a um laboratório da cidade para fazer alguns exames médicos, coisas de rotina. Enquanto esperava ser chamada para a coleta, observava os demais que chegavam e saiam do local. Entre outras coisas, quando a recepcionista chamava para registrar quais exames foram solicitados pelo médico, fazia uma pergunta padrão: “Você está tomando algum medicamento?”. 

Pergunta essa que auxiliará no diagnóstico caso haja alguma alteração nos resultados dos exames. Até aí tudo bem. A pergunta como disse, é padrão e necessária. Mas, a resposta da grande maioria das pessoas é que me deixou um pouco preocupada... 

Durante o tempo em que eu aguardava a minha vez, cerca de uma dezena de pessoas foram atendidas e responderam à pergunta, com uma resposta positiva. E o medicamento mais citado qual foi? Antidepressivos! As pessoas em geral não sabem nem o nome do que estão tomando, só sabem dizer que é um remédio para ansiedade, para os “nervos” ou mesmo para depressão, que em geral é a primeira citada! 

Sei que a vida agitada e atribulada das pessoas acaba dando uma maior tendência a esse mal e, infelizmente, não podemos dizer que é bobagem, que não existe. Depressão existe sim, e só quem já passou por isso uma vez sabe o quanto é cruel com quem a sente. No entanto, fico a me perguntar se tantas pessoas realmente precisam desse excesso de antidepressivos. 

O antidepressivo vai amenizar os sintomas, mas não vai resolver o problema que levou à depressão e isso é fato. Seria interessante que houvesse uma forma diferente de tratamento para as pessoas com depressão ou com tendência a ela. 

Sei que já existem alguns grupos de apoio, terapias em grupo... Mas ainda assim, parece que dopar essas criaturas é o meio mais utilizado. E aqui não culpo os médicos pela prescrição, pois sei que muitas pessoas realmente estão num estágio tão sério, que precisam mesmo. E as que ainda não precisariam de remédios, se privadas da prescrição de antidepressivos ou são encaminhadas para uma terapia, ficam indignadas e vão à procura de outro médico que aceite receitar o que elas querem sem questionar. 

É um grande drama, uma ferida aberta que parece difícil de ser definitivamente curada. Infelizmente, grande parte das pessoas só vê caminho para a melhora nos remédios. Esquecem que para amenizar alguns sintomas da depressão dessa forma acabam por ter tantos outros efeitos colaterais que, no longo prazo, se tornam tão pesados quanto a própria depressão. 

Vejo isso como um problema de desinformação geral das pessoas. Que desconhecem meios alternativos ou mesmo médicos, mas que não apenas os antidepressivos em massa. Como eu disse, uma boa terapia junto a um psicólogo ou psiquiatra que possa ajudá-la a encontrar o caminho para sua melhora, para sua cura, atacando a raiz dos problemas que levaram a depressão e não apenas amenizando sintomas. 

Essa dependência dos medicamentos parece impossibilitar a cada dia mais a sua melhora definitiva. E se ela não tomar um dia o remédio já acha que vai piorar. Ou se tem algum problema extra numa semana já corre até o médico para que ele aumente a dose. O mundo lá fora está cheio de pessoas que, gostando ou não, temos de encarar. Não podemos fugir ou nos deprimir por essas questões, mas sim aprendermos a lidar com tal fato e sermos mais tolerantes. 

O mundo lá fora tem uma oferta enorme de coisas materiais que instigam nosso desejo de ter, de comprar. Mas, temos que ser fortes o bastante para não nos deixarmos dominar por esses desejos consumistas, que no final só consomem a disposição e saúde de quem os tem. Vejo muitas pessoas acabando com sua saúde e trabalhando excessivamente, não porque lhes falta alguma coisa importante, mas porque o mundo de ofertas as deixa perdidas e sem discernimento para entender de que muito do que nos é oferecido, nós nem precisamos. Essa consciência é necessária, pois acredito que essa necessidade de ter e de acumular coisas é o que mais deixa as pessoas envoltas nessa neurose de consumo e por não conseguirem TUDO, muitas vezes se entregam à depressão. 

E quando não alcançam o grau de posses do tamanho do que lhes é oferecido, as pessoas se frustram, se sentem entristecidas, acham que o mundo é ingrato e que de nada adianta trabalhar se nunca vai chegar onde se deseja. Então passam a ir desanimados para o trabalho, voltam para casa decepcionadas e isso é um ciclo vicioso pavoroso. 

Não falo isso do nada. Todo dia falo ou me deparo com alguém citando as mesmas coisas sobre desejos não realizados, compras não concretizadas, sonhos de ter isso ou aquilo que lhes tiram o sono por não poderem. Isso nem sempre é consciente, mas fica implícito nas frases repetidamente pronunciadas. 

Vamos nos dar conta do que realmente precisamos. Já parou para pensar do que você realmente precisa? 

A gente precisa de um pouco de dinheiro para sobreviver? Óbvio que sim. Mas, será que precisamos mesmo de tanto quanto nos fazem acreditar? Certamente que não. 

Se pararmos por um breve instante para refletir, vamos nos dar conta de que tirando as nossas necessidades básicas de moradia, alimentação, educação e saúde. O mais não nos custa nada ou quase nada. 

Ou você vai me dizer que aquela pessoa especial que você tanto gosta da companhia lhe cobra por isso? Vai dizer que para ganhar um abraço de sua mãe, seu filho, ou outro ente querido, você precisa ter isso ou aquilo? Que pra você ter um dia feliz e agradável você precisa gastar uma fortuna? Que pra dar boas risadas e estar com boas companhias você precisa de muito mais do que você tem? 

Não estou aqui prezando pela acomodação, mas para sermos mais realistas com nossas reais necessidades. Façamos nossos dias felizes e descontraídos em companhias boas, em conversas agradáveis em gestos de carinho e generosidade constante. Esqueçamos tantos “desejos por coisas”. Afinal de contas, o que realmente importa e nos faz sermos mais ou menos felizes não são as coisas. São as pessoas que nos cercam e nos fazem sentir que isso é o que realmente vale a pena e importa! Convide sua família para dar uma volta no parque. 

Convide um amigo para ver um filme. Partilhe um bom livro com alguém. Partilhe histórias. Colecione amigos e distribua bom humor. Esqueça a parte não tão boa dos seus dias. Guarde as coisas boas. Você vai se sentir muito melhor! 

Vamos dar uma volta pela cidade e buscar a inspiração em Sócrates que disse: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.”


Nota:
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quarta-feira, setembro 26, 2012

Por Um Mundo Mais Solidário

Imagem: Google

Quando se trata de seres humanos, o que mais me entristece é ser testemunha constante do tamanho do egoísmo que algumas pessoas conseguem desenvolver. 

Cada pessoa, ainda que inserida em um grupo, na maioria das vezes mostra em seus gestos e atitudes que age e busca apenas satisfazer a si mesma, sem se importar verdadeiramente com o outro. Isso é lamentável! 

Se estivéssemos mais abertos a colaborar e ajudarmos uns aos outros, tenho certeza que o mundo seria melhor e com mais tranquilidade. No entanto, grande parte das pessoas parece acreditar que sua felicidade apenas será conquistada se atender primeiro ou exclusivamente suas próprias necessidades pessoais. E nunca se importa ou se dá ao trabalho de olhar para o lado e ajudar quem precisa e, às vezes, está tão perto! 

A impressão que tenho é que todo mundo pede ajuda, todo mundo quer ser ajudado, mas poucos são aqueles que se dispõe a tirar o foco de si e ajudar o outro! 

Se quero o melhor pra mim, se desejo ou preciso ser ajudado, eu também preciso ter a consciência de que em algum momento também serei solicitado a ajudar. Mais que isso, em algum momento devo e posso retribuir a alguém uma ajuda anteriormente recebida. 

Acredito que a vida é uma via de mão dupla. Numa se vai, na outra se vem. Numa se é ajudado, e na outra se ajuda. Nossa experiência de vida maior consiste nas trocas e na solidariedade. Simples assim!

Nota:
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quarta-feira, setembro 12, 2012

Mães de Primeira Viagem: Mamãe Márcia Gonçalves!

Imagem: arquivo pessoal de Marcia Gonçalves - 2012

Marcia Gonçalves, 36 anos – Administradora. Paulista, da cidade de Jundiaí/SP. Casada com Sandro Manacero. 

Deu positivo!!! 
Quando Marcia ficou sabendo do resultado positivo de sua gravidez, diz ter literalmente entrado em pânico, pois não acreditava que fosse verdade. Como quem pegou o resultado do exame foi seu marido Sandro, obrigou-o a passar o resultado por fax para a empresa onde trabalhava para ter certeza de que não era uma brincadeira dele. 

Quem teve a honra? 
Como o marido de Marcia foi o primeiro a abrir o exame, ele se incumbiu de espalhar a notícia para os familiares mais próximos. Assim, mesmo antes da Marcia ter a confirmação de sua gravidez, sogra e irmãos já comemoravam a notícia. 

Tempo para se fazer uma mãe... 
Para Marcia se tornar mãe também não foi algo instantâneo não, demorou a realizar isso em sua mente. Mas o que a marcou e a fez sentir mãe mesmo, foi um evento que a assustou durante a gestação, um pequeno sangramento que a fez pensar que ia perder o seu bebê. Mas ela se cuidou e tudo ficou bem. 

Pessoas especiais... 
Dividia suas experiências, dúvidas e aflições do momento com sua sogra Selma e sua irmã Monique. Mas salienta que sua irmã Monique foi mais que fundamental nessa fase. Foi a pessoa com quem ela mais pode contar e sentir o apoio sempre. Sentiu na irmã o seu maior alicerce! 

A melhor parte... 
Marcia não faz segredo nenhum e vai logo dizendo que a melhor parte de estar grávida sem dúvida são todos os mimos que lhe eram oferecidos. Tudo que ela queria, todos faziam e ela lembra disso com carinho e já uma pontinha de saudade dos paparicos! 

A pior parte... 
Com certeza os piores momentos da gestação se relacionaram ao fato dela ter ficado por quase 3 meses em total repouso, sem poder fazer nada além de ficar quietinha para que não perdesse o seu bebê! 

Situação embaraçosa... 
Marcia lembra-se e ainda hoje ri do tamanho do embaraço vivido quando estava prestes a dar a luz... A sua ansiedade era tamanha, que quando a médica lhe disse que a bolsa tinha rompido, ela sem pensar perguntou: E agora, o que faz? Costura? Mas a médica lhe acalmou e disse que era hora do bebê nascer! E Márcia disse despreocupadamente: Então tá!!! A situação deve mesmo ter sido engraçada! 

Menino ou Menina? 
Essa foi uma das grandes angustia da gestação, pois Marcia não via a hora de saber se era menino ou menina. Com apenas 4 semanas, queria por que queria saber o sexo do bebê. Mas conseguiu esperar e quando foi para o ultrassom o seu coração já lhe dizia... E hoje Márcia tem correndo pela casa um lindo menino de 1 ano e 8 meses, chamado Lorenzo! 

O parto... 
Não foi preciso que Marcia decidisse como gostaria de ter seu bebê, pois ele mesmo resolveu quando viria. Veio cedo, um pouco antes da hora... Com 34 semanas uma cesárea foi feita as pressas. Pra ela foi uma experiência tranquila e tudo correu bem! 

Expectativas para os nove meses... 
Marcia repete o desejo de todas as mães do mundo para os nove meses e todos os outros seguintes: Saúde para seu filho era tudo que ela desejava! 

A chegada e as mudanças... 
Sente que sua vida foi totalmente transformada, mas de uma forma maravilhosa. Hoje, por opção vive para os cuidados e educação dos seus filho. Tudo que faz é sempre pensando no Lorenzo ou para o Lorenzo. Foi uma decisão consciente, e jamais me arrependi de ter escolhido me dedicar a meu filho. Independente de oportunidades profissionais que abriu mão... A alegria que a companhia do filho lhe dá, não tem preço e não tem nada que pague. Para Marcia a maternidade a fez sentir realizada, como jamais se imaginou um dia na vida! 

Experiências e aprendizados... 
Ter um filho é uma coisa muito doida diz Marcia... É um amor tão incondicional que jamais imaginou que pudesse sentir por alguém. Quando as pessoas diziam isso a ela, jamais imaginava que fosse tanto. Hoje olhando para o filho Lorenzo, vê como foi bom demais ter esse filho no momento que teve, na idade que teve e com a experiência de vida conquistada. Lorenzo esta ensinando um outro lado da vida que Marcia jamais pensou conhecer. Marcia sente-se completamente feliz e realizada ao lado de seu filho Lorenzo e seu marido Sandro... Nada poderia ser melhor!

O lindo filho de Marcia: Lorenzo!

Nota: 
Este texto também encontra-se na edição online do Jornal o Município Dia a Dia! Acessem...

Mães de Primeira Viagem: Mamãe Raquel Muller

Imagem: arquivo pessoal de Raquel Muller - 2012

Raquel Muller, 36 anos, é gaúcha de Santa Maria/RS, e atualmente vive nos EUA, na cidade de New Fairfield, Connecticut. Casada com Alessandro Piovezahn. 

Deu positivo!!! 
Ter um filho já estava nos planos de Raquel e seu marido Alessandro há algum tempo, logo, a cada dia a ansiedade por um resultado positivo ficava maior. Mas, as mudanças observadas em seu corpo e comportamento foram o primeiro indício de que ela estava finalmente grávida. Mesmo antes de fazer o exame oficial, Raquel teve a certeza de que estava grávida. Atualmente, ela já está com cinco meses e meio de gestação. 

Quem teve a honra? 
As primeiras pessoas a terem a honra de saber da notícia tão esperada foram: a irmã gêmea (idêntica meeeesmo) de Raquel, a Ana Muller, o marido Alessandro e os pais de Raquel. 

Tempo para se fazer uma mãe... 
Raquel se sentia tão bem e sem nenhum sintoma desagradável característico do início da gestação, que diz ter demorado um pouco para ter se sentido “mamãe”. Mas, assim como Fernanda, a hora que ela ouviu pela primeira vez o som do coração de sua filha batendo, não teve jeito, a ficha caiu. Ela já era mãe! 

Pessoas especiais... 
Para Raquel, nada é mais reconfortante que poder contar com o apoio e ajuda de sua irmã gêmea Ana e sua mãe neste momento. É com elas que Raquel troca confidências, pede dicas, tira dúvidas e conversa muito! Ainda que morem muito distantes, essas são as pessoas mais importantes da vida de Raquel, sua estrutura, sua família. E de uma forma ou de outra, ambas tentam se fazer presentes na vida uma das outras, em especial agora, nesse lindo momento de gestação pelo qual está passando. 

A melhor parte... 
Para Raquel, a melhor parte é ver e sentir as mudanças no seu próprio corpo, em especial a barriga crescendo dia a dia e não sentir nenhum desconforto chato como o enjoo que muitas sentem nessa fase. 

A pior parte... 
A ansiedade que este momento provoca em Raquel é, sem dúvida, a pior parte. Às vezes, ela se preocupa e se questiona se vai dar conta de tudo, já que é uma mãe de primeira viagem. Uma questão que também pesa bastante é esta distância que separa Raquel, que vive nos Estados Unidos, da sua família, que vive no Sul do Brasil. Poder estar mais perto deles nessa hora era tudo que ela poderia desejar! 

Situação embaraçosa... 
Além da movimentação do bebê dentro da barriga, Raquel salienta que desde que ficou grávida suas cachorras sentiram isso e pararam de pular nela quando chega em casa. 

Menino ou Menina? 
Raquel e Alessandro estão muito felizes, pois aguardam a chegada da tão sonhada “guriazinha”, como ela mesmo descreveu! Logo a pequena Zoe chega por aí! 

O parto... 
Como vive nos Estados Unidos, cesárea ou parto normal, não necessariamente é apenas questão de opções para Raquel. De modo geral, se tudo corre bem e não há nenhuma complicação no decorrer da gestação, o mais indicado por lá é sempre o parto normal. 

Expectativas para os nove meses... 
O maior desejo de Raquel é que sua filha seja saudável e seu marido e ela possam ser bons pais e educadores. Que sejam capazes de passar bons valores e muito amor a sua filhota, para que ela possa crescer muito feliz. Um outro desejo especial para sua filha é que ela tenha muito contato com os seus tão queridos animais de estimação, Mojo e Krieger, seus cães. 

A chegada e as mudanças... 
Raquel acredita que será uma grande transformação em todos os sentidos. Será sempre uma surpresa por vir, em especial para eles que são pais de primeira viagem. Mas estão confiantes que vai dar tudo certo e darão muito bem conta do recado! 

Experiências e aprendizados... 
Raquel diz que só poderá falar de fato sobre experiências e aprendizados quando estiver com sua filha nos braços, aí sim ela acredita que poderá falar realmente com convicção sobre tudo isso. Por hora, tem sido uma experiência muito especial e está curtindo cada etapa disso tudo, até finalmente conhecer sua Zoe.


Nota:
Este texto também faz parte das publicações online do Jornal O Município Dia a Dia. Acesse e fique por dentro de outras notícias!

Mães de Primeira Viagem: Mamãe Fernanda Mendes

Imagem: arquivo pessoal de Fernanda Mendes - 2012

Fernanda Mendes, 29 anos – Empresária do Ramo de confeitaria e bolos artísticos, é paulista, mas há nove anos fez de Brusque a sua casa! Ela casada com Jocimar Mendes. 

Deu positivo!!! 
Quando Fernanda, que está com três meses de gestação do seu primeiro, descobriu que estava grávida, teve a sensação que muitas de nós acabam tendo: “Será que este exame está correto?”. E até que ela tivesse absoluta certeza não abriu o bico, porque se sentiria envergonhada se depois o exame não fosse de fato positivo. 

Quem teve a honra? 
Assim que Fernanda abriu o resultado de seu exame, mais de uma centena de pessoas já soube da novidade. Ela não conteve sua alegria e foi logo postando o resultado em sua rede social. Em cinco minutos o shopping inteiro onde trabalha ficou sabendo e logo após já recebeu os primeiros presentes! 

Tempo para se fazer uma mãe... 
O ultrassom mostrando o coraçãozinho do seu bebê batendo pela primeira vez foi que fez a ficha cair e ela se pensou: “Sou mãe!”. 

Pessoas especiais... 
Infelizmente Fernanda não tem mais a companhia de seus pais, e é com o marido que gostaria de compartilhar todos os momentos de gravidez, mas como ele é mais introvertido, acaba não perguntando muito, o que faz com que ela se abra com várias outras pessoas de seu círculo de relacionamentos. 

A melhor parte... 
Para Fernanda tudo é maravilhoso nesse momento, tamanha a felicidade que sente... Mas, especialmente feliz por não sentir nenhum enjoo, tão comum. 

A pior parte... 
Nesse momento não consegue lembrar-se de nenhuma parte que seja ruim. 

Situação embaraçosa... 
A prisão de ventre é o maior embaraço para Fernanda, só de falar ela já morre de rir! 

Menino ou Menina? 
Ela ainda não sabe o sexo de seu bebê, mas desde já, torce para que o primeiro de dois filhos que deseja ter seja menina! 

O parto... 
A Fernanda não suporta a ideia de sentir dor e se sente a vontade com a ideia de fazer uma cesárea. Como ela declarou: Paga para não sentir dor! 

Expectativas para os nove meses... 
Que seja uma criança saudável e que traga muita felicidade para mim, meu marido e todos os nossos familiares. Que preencha os vazios e seja o motivo máximo de felicidade para todos nós. 

A chegada e as mudanças... 
É preciso colocar os ânimos no eixo, saber que existe um equilíbrio emocional entre o casal e que quando o bebê chegar haverá harmonia. Na opinião de Fernanda, crianças traumatizadas, feridas, tristes, rebeldes, normalmente são frutos de relacionamentos desequilibrados. 

Experiências e aprendizados... 
Fernanda sempre pensou muito na preparação para esse momento. Acredita que para um relacionamento ter maturidade e dar realmente certo, é preciso ter tempo. É preciso se preparar, planejar!


Nota:
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segunda-feira, setembro 10, 2012

Série Mães de Primeira Viagem

Imagem: Google

No último texto divaguei sobre a maternidade, suas alegrias, desconfortos e tantas surpresas no decorrer desse período tão particular e especial que é gestar um bebê.

Mas como cada caso é um caso, nada como termos o depoimento real de mulheres que já viveram ou vivem agora este momento para termos a dimensão desse momento e as particularidades de cada uma. 

Dizem que toda mãe é igual e que só mudam de endereço... Mas na hora de passar pelos nove meses de gestação, cada uma tem sua história para contar!  

Assim, trarei nos próximo dias aos leitores e leitoras do Spa de Ideias o depoimento de mulheres que se dispuseram a partilhar suas histórias e contar como é viver esse grande momento de suas vidas. 

Acompanhem nos próximos dias os depoimentos das mamães Fernanda Mendes, Raquel Muller e Marcia Gonçalves. 

Boa leitura a todos!


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