terça-feira, junho 18, 2013

Vivendo em apartamento

Ilustração de Lorenzo Michelotti/2013

Quando vivemos em apartamento, às vezes, mesmo sem desejar acabamos por acompanhar de perto a vida de outras pessoas... E fatos curiosos e, muitas vezes, desagradáveis também, estão sempre surgindo.

A personagem principal da história de hoje, se não estava na casa dos trinta anos, devia estar perto disso e vivia sozinha num apartamento de três dormitórios.

Pelo pouco que se conhecia dela, pelas esbarradas nos corredores, elevadores, garagem e pelos ruídos repetidos vindo de seu apartamento, dava para presumir que se tratada de uma pessoa um tanto agitada. E pelas cenas presenciadas por todos, muito desastrada. Vivia correndo de um lado para o outro, derrubando coisas, batendo portas e por aí vai... Tinha um humor bem variável: alguns dias ela cumprimentava a todos de maneira simpática e em outros, sequer olhava na cara.

A rotina dela era como de tantos outros: trabalhava durante a semana, ia ao supermercado no sábado e teoricamente descansava em casa aos domingos. Digo teoricamente, pois aos domingos ela passava o dia fazendo faxina no apartamento.

Cada um desenvolve seus mecanismos de fuga daquilo que lhe incomoda, e neste caso, penso que a faxina era uma boa válvula de escape para espantar a solidão quase que permanente. Eu poderia dizer que até aí estava tudo certo... Mas infelizmente, foi justamente nessa história de faxina que ela invadiu meu espaço, tirou meu sossego e sabe-se lá mais de quantos outros moradores do prédio.

Como ela permanecia em casa a maior parte do final de semana e ao que tudo indicava dormia cedo, ela também acordava cedo. Inclusive, muito cedo para um dia de domingo. Por volta de sete horas da manhã ela já começava o corre-corre dentro de casa. Ia pra lá, vinha pra cá, derrubava vassouras, ligava o aspirador e a faxina estava iniciada.

Todos esses sons, todos esses barulhos eram imperceptíveis a ela que estava envolvida na sua neurose, mas e quem queria dormir no único dia que podia como ficava?! Era simplesmente irritante, pode ter certeza! Sei bem como é ter de partilhar ainda que contra minha vontade tamanha barulheira em plena manhã de domingo... E o barulho ficava logo acima da minha cabeça!

Considerava ela uma pessoa bem sem noção e penso que era daquele tipo de pessoa que não tem perfil para viver em condomínio onde os espaços são parcialmente compartilhados e isto se torna mais uma razão para nos preocuparmos sim se estamos ou não incomodando os demais. Ela não sabe o que significa a palavra “outro” porque faz o tipo eu estou bem e o resto: “não estou nem aí”.

Nessas loucuras de domingo, era comum perceber que ela sacudia tapetes na sacada, colocava coisas para secar literalmente escorrendo água andares abaixo. Como se não bastasse, era frequente encontrar grãos de arroz e farelo de pão em minha janela da cozinha. Ela esquecia que não morava num sítio, que não havia pássaros para comer as migalhinhas que ela jogava pela janela e só o que ela conseguia fazer era sujar meu espaço e me deixar bem, mas bem irritada mesmo.

Ela era tão sem noção, que até uma grelha da churrasqueira ela resolveu limpar no parapeito da sacada, o que obviamente acabou respingando na parede do edifício e escorreu. Panos de prato ela devia comprar toda semana, pois perdi a conta de quantos vi caídos sobre a caixa do ar condicionado que ficava logo abaixo da janela do apartamento dela.

Outras coisas também caiam do apartamento dela no pátio do edifício ou sobre o telhado das garagens. Eu via cair lençóis, toalhas, bacia e tantas outras coisas. Sei que eram objetos dela porque infelizmente era a minha vizinha mais próxima, inclusive o único apartamento acima do meu.

Tudo que ela fazia era tão tosco, que não tinha como negar a autoria, mas ela negava. Em várias situações o síndico me procurou para perguntar se isso ou aquilo havia caído do meu apartamento e eu sabia que era do dela... Mas quando questionada, ela sempre dizia que não era. Esses prejuízos de perdas de coisas já deviam estar no orçamento pessoal dela, só pode! Tudo para não entregar a sua falta de bom senso!

É no mínimo lamentável que alguém faça esse tipo de coisa. Invadir o espaço do outro, desrespeitar as regras do condomínio de bom relacionamento e convivência com todos, e ainda não assumir que as coisas que frequentemente caem lá de cima eram dela.

Esse comportamento me faz lembrar inúmeras outras pessoas, que quando se acham protegidas pelo anonimato ou se julgam espertinhas em esconder suas falcatruas, continuam agindo de forma errada, como se educação só fosse realmente importante quando estamos sendo observados.

É por isso que vemos cenas absurdas quando as pessoas não se dão conta de estarem sendo observadas. Num semáforo já vi gente tirando meleca do nariz no carro ao lado. Em viagens não é difícil ver motoristas jogando lixo pela janela. Nas escolas alunos que sorrateiramente colam chiclete embaixo da mesa ou colam as respostas da prova. Gente passando o amigo na frente na fila do supermercado. Como se tudo isso pudesse ser feito já que “ninguém” teoricamente estava presenciando tais atos.

Educação serve para a vida, para qualquer momento e sempre. Não conheço ninguém “mais ou menos” educado. Educação as pessoas tem ou não tem. A educação não nos é dada apenas para mostrar em público, precisamos usá-la sem restrições. A educação nos salva de tantas coisas, tornando possível o convívio pacífico com os outros, seja no trabalho, nos encontros sociais, no nosso condomínio, em nossa casa... Resumindo, se todos tivessem pelo menos educação e respeito, as coisas seriam tão mais fáceis e amigáveis.

Infelizmente essa não era a realidade da minha vizinha do andar de cima. “Pintava e bordava” com total falta de consideração com os demais. Assim realmente não podia continuar, já tinha passado dos limites e estava na hora dela passar vergonha. Vergonha... Será que ela sabia o que era isso?! Mas, quando ela finalmente foi exposta numa reunião de condomínio, passou a pensar duas vezes antes de repetir as atrocidades que ela fazia impunemente.

O relatório com provas e tudo mais, mostrando os objetos e as fotos de onde estavam antes de caírem na minha sacada, nas sacadas de outros moradores ou ainda no telhado da garagem foi literalmente a materialização do ditado: “Aqui se faz, aqui se paga!”. Não poderia continuar negando e a situação ficou no mínimo constrangedora para o lado dela. Espero que tenha aprendido a lição!

Não force a barra!



Outro dia passava casualmente em frente a uma loja e uma peça da vitrine me chamou a atenção, resolvi entrar. Logo a vendedora se aproximou bem simpática e perguntou: “Posso te ajudar?”. Até aí tudo certo, dentro do padrão. Mas logo a coisa desandou...

Ela não tinha exatamente o tamanho que eu acreditava ser o ideal, mas deu uma forçadinha para que eu provasse mesmo assim, porque no corpo é diferente e aquela coisa toda que você já conhece. Ok, entrei no provador e ela não parava de falar do lado de fora e eu continua respondendo apenas “aham”, “sim”... Até que ela me pergunta: “Está dando certo?”. Respondi que sim. E ela completa, posso abrir (a porta do provador) para dar minha opinião?”.

Poxa, como assim posso dar minha opinião?! Em primeiro lugar, eu não sou do tipo que quer sempre uma opinião alheia sobre algo que eu vou comprar. Pelo contrário, em geral me arrependo de coisas que compro justamente quando estou em companhia e influenciada por outros. Não fui grossa, mas apenas segurei a porta e disse: “Não, obrigada!”.

A partir daí, acabei lembrando de algumas vendedoras que já cruzaram tristemente o meu caminho. Sim, porque sinceramente tem umas que parecem que fazem de tudo para não vender nada. Pra mim o excesso é sempre o maior problema.

Vendedora que acha tudo lindo e maravilhoso mesmo quando você está vendo que a peça não lhe cai bem, meu... Isso é o Ohhhhh.

E aquelas vendedoras que perdem o bom senso do limite de tratamento e ficam te chamando de coisas absurdas? Essas também são de doer.  Quem mora aqui em Brusque ou costuma comprar pela cidade, certamente já se deparou com uma vendedora MUITO simpática que insiste em chamar os clientes de “meu amor” ou “meu amorzinho”. Me perdoe, eu adoro pessoas cordiais e a boa educação é tudo, mas MEU AMOR, MEU AMORZINHO... Não dá, é forçar demais a amizade. Pode ter alguém que aprecie o tratamento, sinceramente, eu não. Me irrita!

Outro tipo de vendedora que me incomoda é aquela que não escuta o que você fala. Ou então escuta e não tendo o que você pede, acaba fingindo que não entendeu e te mostra tudo, inclusive o que você disse inicialmente que não queria de jeito nenhum. Foi o que me aconteceu a um tempinho atrás...

Entrei na loja de jeans e como de costume sou bem direta e objetiva quanto ao que desejo. Pois assim acredito que não faço a vendedora perder o tempo dela e nem eu o meu. Falei claramente que gostaria de um jeans básico, sem apliques, bordados ou demais “frufrus”.

Provavelmente entrei na loja errada, pois tudo que ela não tinha era algo básico. Mas ela não ligou para o que eu disse e foi descendo a loja toda para cima do balcão. Quanto mais peças ela desdobrava e me mostrava, mais angustiada eu ficava.  Pensei comigo mesmo: “Não tem nada básico, porque ela não para de mostrar tudo isso? Vai ter o maior trabalho para por tudo de volta no lugar, porque eu não vou levar nenhuma dessas”.

Eu fui dizendo repetidamente que queria algo básico mesmo e ela do outro lado repetia, mas não quer provar? Vai que você gosta! Pode ser que isso funcione com algumas pessoas, comigo... Nem sempre!

Em contraposição dessas que querem te empurrar o que tem você gostando ou não, tem as que não tem nenhuma vontade. É o tipo que você pergunta se tem outro tamanho e ela sem nem mesmo olhar diz: “é só o que tem aí”. Cansei de perguntar se tinha ou não um determinado tamanho ou modelo por não estar encontrando e a vendedora só me dizer: Não! E eu numa segunda tentativa encontrar uma ou mais peças do que queria.

É preciso um pouco de bom senso, de feeling pra sentir o que cliente quer ou precisa. Desta forma se evita constrangimentos, trabalho dobrado ou mesmo perder um cliente por um excesso bobo e desnecessário.

Mas claro, nem tudo está perdido e não sou contra as vendedoras, pelo contrário, temos excelentes profissionais que realmente são indispensáveis para encontrarmos exatamente o que estávamos precisando. E tenho certeza, isso tem muito a ver com o treinamento específico para atendimento dos clientes. E como isso faz diferença!

Então, deixo aqui o meu recado as vendedoras que às vezes se perdem e passam dos limites: Escute com cuidado, com calma. Não tente empurrar algo de qualquer maneira. Não force a barra, pois o cliente pode até levar por insistência, mas por conta disso, nem voltar mais a loja. Seja cordial e educada, mas evite os tratamentos muito “mimosos”, pode ser bem desagradável e irritante para a maioria das pessoas... Você não concorda “meu amorzinho”? Só rindo mesmo!!!


Nota:
Texto publicado em 17 de maio de 2013 no Jornal Município Mais.
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Últimas...



Saúde
Aos que seguem o Spa de Ideias, minhas desculpas pela breve ausência das páginas deste blog. Mas em função de um pequeno problema na articulação e circulação das mãos e dedos, tenho tido problemas para escrever como de costume. Estou tentando aos poucos retornar ao mundo da escrita. Com calma e muita paciência as coisas se restabelecem!

Gravidez 
Não foi por acaso que escrevi há pouco tempo e tantas vezes sobre o tema. Eu também estou grávida. Aliás, supergrávida! Estou na reta final desta longa aventura que é gestar um bebê durante nove meses. Foram tempos de altos e baixos físicos e emocionais, mas que agora está prestes a se concluir com a alegria da chegada de nossa pequena Livia.

Surpresa
Eu não acredito em acasos. Penso que tudo acontece por uma razão, ainda que não saibamos na hora qual é. Por isso chamo o fato de ter junto comigo mais oito amigas grávidas de SURPRESA! Somando meu nome ao das outras, totalizamos nove grávidas numa mesma temporada. Destas nove, sete já são ou serão mães de meninas e outras duas ainda aguardam para descobrir o sexo de seus bebês. Haverá meninos nesta lista?!

Férias
Em tempos de férias e festas de finais de ano em especial costumo passar com a família em Santa Maria/RS, que é minha cidade natal... Mas este ano com a chegada da Livia ficamos por aqui para evitar qualquer transtorno maior nas estradas congestionadas de férias. Mas tivemos a alegria de receber aqui parte da família que veio de lá nos visitar: Avós, irmão, cunhada e sobrinhas – Dindas da Livia... Obrigada pela visita!

Tragédia
Para a tristeza de muitos conterrâneos de Santa Maria/RS, foi preciso iniciar o ano vendo o nome de nossa cidade e principalmente de conhecidos ou amigos estampados em todos os jornais e noticiários do mundo todo por conta de uma tragédia alicerçada na imprudência e total falta de responsabilidade de alguns. Só posso desejar paz e conforto aos corações daqueles que perderam os seus nesse triste acontecimento de 2013. 

Reencontros
Nas redes sociais encontramos de tudo um pouco: novidades, gente legal, gente chata, fofoqueiros, espiões da vida alheia e tudo mais. Mas temos também a chance de reencontrar pessoas queridas que, por circunstâncias da vida, perdemos o contato. Fiquei muito feliz em reencontrar recentemente minhas queridas amigas Rozana Mendes e Luciane Berger. Tudo que me leva a vocês são boas lembranças!

Internet
Desculpem os que rejeitam a era virtual, mas eu não sei o que seria de mim, de nós sem a internet. Não consigo imaginar como seriam nossos dias sem a preciosa mãozinha desta tecnologia tão indispensável. Você quer um número de telefone? Um endereço ou mapa? Uma receita culinária? A explicação de uma doença? Uma teoria de física? Ou apenas assistir a formatura de alguém especial do outro lado do mundo? A internet está aí facilitando e principalmente possibilitando tudo isso!

Metidos
Como diria minha mãe, quanto mais rezo, mais assombração me aparece! Ando cansada de ver tanta gente dando palpite na vida dos outros... Na minha especialmente. Já perceberam como tem gente que sabe exatamente do que você precisa ou o que deve fazer sobre isso ou aquilo? Que tem a melhor fórmula para educar o seu filho? Como tem gente que sabe julgar se você faz certo ou errado? Mas detalhe: basta olhar para a vida destas pessoas para perceber que gastam mais  tempo com a nossa vida do que cuidando da delas.

Críticos
Algumas pessoas decidiram vir para este mundo para contrariar tudo e todos. Se dissermos que vamos por nossos filhos numa escola pública, sofremos a critica de não nos importar com a qualidade da educação que será oferecida a eles. Se pusermos na escola privada, somos criticados por jogar dinheiro fora com escola paga enquanto podemos ter de graça. Se vamos a pé para o trabalho para economizar um pouco, somos taxados de “pão-duro”. Se vamos todos os dias de carro, somos uns metidos que só querem aparecer. Se não temos um filho, a critica é sempre em torno de sermos egoístas e só pensarmos em nós. Se temos três somos seres alienados e sem noção, que estão expondo os filhos ao um mundo muito violento e caro para ter tantos filhos. A crítica está por toda parte e sempre. Melhor mesmo é se desligar dos críticos.

Espertos
Tenho convivido com uma pessoa que se acha bem “esperta” e que por medo de se comprometer dizendo isso ou aquilo, faz da “indireta” seu escudo. Acho esse tipo um porre e principalmente sem personalidade. Ainda mais porque essa pessoa faz uso de fatos inventados, pra não dizer mentirosos, para tentar me convencer de bobeiras do dia-a-dia. Tem gente que acha que nascemos ontem!!!

Reflexão
"Um dos melhores prazeres da vida é fazer aquilo que um dia disseram que você não seria capaz".


Nota:
Texto publicado em 09 de fevereiro de 2013 no Jornal Município Mais.

terça-feira, janeiro 15, 2013

Em 2013...

Crédito: Divulgação


Mais um ano se passou, e aqui estamos nós iniciando um ano novinho em folha... Um ano que pode ser do jeito que a gente quiser. Acredito que foi para isso mesmo que o tempo foi separado em dias, semanas, meses e anos... Para que possamos ter essa impressão de que há novas oportunidades e recomeços. 

Digo impressão, pois recomeçar nós recomeçamos todo santo dia, mas quando reiniciamos semanas... Meses... E anos então?... O gosto é bem mais especial, porque nos deixa essa saudável impressão de que temos uma nova chance pra fazer mais... Pra fazer diferente... Pra fazer melhor!

Esse ano deixei de lado minhas análises racionais de como foi o ano que passou e de quais eram meus muitos objetivos a serem renovados em 2013... Não que eu não acredite que é preciso se programar, se planejar e estipular metas a si mesmo. Mas esse ano, assim como no que passou, decidi simplificar minhas expectativas e desejos pessoais. Em 2013 me contentarei demais se eu tiver muita saúde.

Nosso bem-estar é o primeiro passo pra tudo, pois não adianta termos chances, oportunidades e tudo mais se não tivermos o vigor necessário para correr atrás do que desejamos ou para usufruir o que conquistamos, não é mesmo?!

Em 2012 desejei um ano mais leve... Desapeguei-me de coisas e pessoas que só me eram peso extra na vida. Deixei a casa menos atravancada de coisas, mais arejada. Deixei as gavetas menos cheias e os armários menos abarrotados do que não preciso ou não uso. Desliguei-me de pessoas que me não me acrescentavam ou apenas só sugavam minha boa energia. Foi um pedido simples pra um ano inteiro, mas que fez toda diferença no decorrer dos dias de 2012. Senti-me mais livre para ser quem sou. Tive mais tempo para amar quem realmente me ama e me dediquei mais aqueles com quem sempre posso contar.

Assim, sigo com metas simples, mas igualmente importantes, para esse novo ano de 2013... Um ano que eu possa ter acima de tudo muita energia para dar e vender. Muita saúde! Tenho certeza que se eu estiver bem comigo, com meu corpo e minha mente... Todo resto é consequência e tudo se ajeita de um jeito ou de outro.

A gente não precisa de muitas expectativas pra cada novo ano, basta que saibamos priorizar o que realmente importa que, no final, tudo fica bem e aproveitamos da melhor maneira cada momento, cada mínimo instante dos dias que somos presenteados a cada novo amanhecer.

Que 2013 seja pleno. Que possamos dar e receber muitas coisas boas, mas que todos nós saibamos dar o devido valor especialmente a nossa  vitalidade, pois apenas quando ela nos falta é que nos damos conta do quando ela é necessária para vivermos uma vida plena, feliz e possível de realizar tantas coisas, tantos desejos e sonhos.

A gente pode ter tudo, mas se não estivermos saudáveis, não estivermos dispostos e animados, todo resto perde a razão de ser... Então, que tenhamos todos bons momentos, novos projetos e possamos sempre renovar nossos sonhos... Mas que acima de tudo e qualquer coisa, tenhamos saúde e vitalidade para fazer mais e melhor a cada novo amanhecer desse ano de 2013 que está recém começando pra mim, pra todos nós!

Um brinde ao ano novo e saúde a todos é o meu desejo único e especial para 2013: Tim...Tim!!!


Nota:
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